domingo, 9 de junho de 2013
Pastora...
PASTORA evangélica . Uma nova vida ou um jeito de reduzir a pena ?”
O Fantástico mostrou neste domingo a rotina das presas que chocaram o país com seus crimes: Elize Matsunaga, que matou e esquartejou o marido, o diretor-executivo da Yoki, Marcos Matsunanga, recentemente; Suzane Richthofen, que assassinou seus pais e Anna Carolina Jatobá, que foi condenada pelo assassinato da enteada, Isabella Nardoni. Elas convivem com outras mais de 140 mulheres que cometeram crimes repudiados até dentro das cadeias.
Mostrando a rotina das presas que trabalham em uma fábrica na Penitenciária Santa Maria Eufrásia Pelletier, em Tremembé (SP), a reportagem revelou que Suzane é atualmente pastora evangélica. A revelação gerou polêmica e debates na internet, por meio de sites de perguntas e redes sociais, questionando a sinceridade da criminosa ou se isso seria mais um de “seus planos” para reduzir sua pena ou ganhar dinheiro.
. Suzane Richthofen foi condenada por matar os pais, Manfred Albert Freiherr von Richthofen e Marísia von Richthofen. Ela teria matado seus pais a “golpes de pau” juntamente com Daniel, seu namorado na época, e o irmão de Daniel. O motivo teria sido a não aceitação do namoro pelos pais, além de um suposto interesse na herança que seria deixada pelos pais. Suzane foi condenada a 39 anos de prisão.
“Não existe como sondar op coração de um ser humano. Somente Deus pode fazer isso. Se ela o faz de coração, terá uma chance, se não o faz, não terá. Mas eu realmente não sei a intenção dela. Caim, também era um filho de Deus. Mas enfim, detentos se tronarem evangélicos afim de obter status de bom comportamento é algo bem comum no Brasil.
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