domingo, 9 de junho de 2013

Brasil Mostra a sua cara...

Desarmamento aumenta renda do crime organizado e terceiriza terrorismo O Estatuto do Desarmamento tornou um pouco mais difícil para os criminosos pé-de-chinelo adquirirem armas. O problema é que adquirir não é a única maneira de obter. Enquanto os desarmamentistas viam no aumento do preço das armas no mercado negro a inevitável redução do número de armas em mãos de pequenos criminosos, o PCC via nisso uma oportunidade para aumentar seus rendimentos, ampliar seu raio de ação e exercer um terrível e novo poder concedido pelo desarmamento: a terceirização do terrorismo. Com o Estatuto do Desarmamento, os desarmamentistas criaram um novo mercado ilegal. Antes do desarmamento, as grandes quadrilhas criminosas não tinham como lucrar com aluguéis de armas. Depois do desarmamento, elas descobriram um mercado lucrativo, promissor e ainda por cima um novo poder. Que poder? O de terceirizar o terrorismo. Como as armas estão mais caras e mais escassas, quando o criminoso pé-de-chinelo precisa de uma arma, ele faz o mesmo que um trabalhador faz quando precisa morar e não tem dinheiro para comprar uma casa: ele paga aluguel. Quem aluga qualquer coisa em um mercado legal possui certas garantias, mas quem aluga qualquer coisa de uma instituição como o PCC está vendendo a alma para o Diabo – o PCC não cobra juros de 6% ao mês em caso de inadimplência. A coisa funciona assim: o criminoso pé-de-chinelo quer assaltar uma pizzaria com três comparsas. Eles precisam de quatro armas de fogo, portanto. Onde eles as obtém? Com o PCC, que cobra o que bem entende, pelo prazo que bem entende, com a “multa contratual” que bem entende. Por exemplo: R$ 500,00 por arma, pra pagar em vinte e quatro horas, e quem não conseguir pagar a tempo tem dez dias pra matar um policial ou vai morrer no lugar dele.

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